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Por trás dos panos

Para a mágica do Tailwind acontecer, alguns processos são necessários. Nas versões mais antigas, tudo era feito com a biblioteca PostCSS. E era necessária uma série de plugins - por exemplo, nesting, autoprefixer, import.

Toda a compilação de classes era feita através de JavaScript, o que tornava o processo menos eficiente.

Entram Lightning.CSS e Oxide

Agora, por trás dos panos, o CSS todo é manipulado com a biblioteca Lightning CSS, que é escrita em Rust e deixa tudo muito mais rápido e eficaz.

Na parte do TailwindCSS, a “engine” que faz o parse dos nomes das classes é chamada pelo time de Oxide.

Dê uma olhada na função is_valid_candidate_string ou nos testes desse arquivo para tentar entender um pouco como funciona o parsing de strings do TailwindCSS.

Indo mais a fundo

Se você tiver interesse em entender um pouco mais sobre o que está por trás do Tailwind, você pode assistir a esta apresentação do Adam Wathan.